OPEE INFORMATIVO: Brincadeira da rasteira

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Brincadeira da rasteira

De tempos em tempos aparece uma nova situação que é chamada de brincadeira, mas que na verdade não é.

Brincadeira:

  • É boa para todo mundo
  • É boa hoje e não atrapalha depois
  • É boa para um e não machuca ninguém

Xingar, bater, falar coisas indevidas, prejudicar a reputação de alguém não é brincadeira. É violência.
Precisamos parar de passar talquinho em certas expressões e de suavizar e relativizar tudo.
Aliás, o próprio fato de se brincar filmando tudo já seria suficiente para refletirmos. Quando tudo é um espetáculo ninguém é espetacular. Como fica a cabeça de uma criança percebendo que tudo que ela faz vai ser postado nas redes sociais?  Narcisismo. Individualismo. A vida fica parecendo um grande palco da minha vaidade.
Fake news é mentira. É falta de caráter.

Bullying é um ato de violência.

E esta nova situação de empurrar, passar a rasteira em alguém entra nesta mesma categoria. A pessoa pode ter traumatismo craniano, pode machucar a coluna, pode se sentir humilhada na frente do grupo e sim, ela pode morrer.

Como não é possível blindar a vida dos filhos e nem sempre eles conseguem perceber claramente as consequências de seus atos, é importante treinar para que eles saibam dizer ‘não’.

Não‘ ao cigarro eletrônico.

Não‘ para aquela droga.
Não‘ para uma situação indevida.
Obrigado, não gosto.
Não é legal.

É importante conversar sobre:

  • “Filho, como você se posiciona quando a alguém te oferece x…y…z?”
  • “Filha, você percebe o que pode acontecer quando x…y…z?”
  • “Qual é o nosso combinado, filho, em relação a…?”
  • “X…y…z… está dentro dos valores que nossa família pratica?”

É preciso ensinar a dizer ‘não‘ e isso começa dentro da sua casa.

Quem ama cuida. Quem ama educa.

Filhos não se criam sozinhos e o futuro não conserta tudo. Até porque, às vezes alguém fica sem futuro.

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